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Segurança informática e testes de penetração em Bissau
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Segurança informática e testes de penetração em Bissau

Descobrimos as falhas da sua rede antes que alguém as explore. Fazemos testes de penetração e auditorias de segurança a empresas, bancos, ONGs e instituições na Guiné-Bissau — sempre com autorização escrita e relatório que a direcção consegue ler.

O que fazemos

Um teste de penetração é um ataque simulado, autorizado por escrito, que mostra exactamente por onde um atacante entraria — e o que conseguiria levar.

  • Teste de penetração à rede interna e ao Wi-Fi
  • Teste ao site, à loja online ou à aplicação da empresa
  • Auditoria de firewall, segmentação de rede e servidores
  • Revisão de palavras-passe, acessos privilegiados e actualizações
  • Simulação de phishing para medir o risco humano
  • Relatório executivo + relatório técnico, e repetição do teste após correcção

Porque é que isto interessa em Bissau

As fraudes por email, os acessos indevidos a contas e os ataques de resgate (ransomware) já afectam empresas e organizações na Guiné-Bissau. Na maioria dos casos a entrada não é sofisticada: uma palavra-passe fraca, um servidor desactualizado, um Wi-Fi mal configurado ou um funcionário enganado por email. Encontrar isso primeiro custa muito menos do que recuperar depois.

Como decorre um trabalho

  • Reunião inicial e definição do âmbito — o que pode e não pode ser testado
  • Autorização escrita assinada pela direcção
  • Execução do teste, sem interromper o funcionamento normal
  • Relatório com risco por prioridade e prova de cada falha encontrada
  • Plano de correcção — podemos executá-lo nós ou acompanhar a sua equipa
  • Novo teste para confirmar que as falhas ficaram fechadas

Perguntas frequentes

O que é um teste de penetração?

É um ataque informático simulado e autorizado, feito por especialistas, para descobrir as falhas de segurança de uma rede, site ou aplicação antes que um atacante real as explore.

O teste pode danificar os nossos sistemas?

Não. O âmbito é definido e autorizado antes de começar, e os testes que possam afectar o funcionamento são feitos fora do horário ou em ambiente controlado.

Que relatório recebemos no fim?

Dois: um relatório executivo em linguagem simples, para a direcção decidir, e um relatório técnico com a prova de cada falha e as instruções de correcção.

Fazem formação para os funcionários?

Sim. Damos sessões sobre phishing, palavras-passe e uso seguro dos sistemas — a falha mais explorada continua a ser a humana.

Trabalham com bancos e instituições?

Sim. Trabalhamos com empresas, bancos, ONGs e instituições, sempre com contrato de confidencialidade.

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